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09

não existe mal, afinal, era carnaval!

ajeret

É o verão chegando, em seguida vem janeiro, daqui a pouco o carnaval… Ah o carnaval, tantas história, algumas engraçadas, outras ridiculas, tem umas que são romanticamente felizes, mas a maioria, é simplesmente LOUCURA.

Como não tenho nenhum assunto mais pertenente, vou contar algumas histórias do carnaval Quem já veio pra Pernambuco, no carnaval, sabe do que estou falando, Recife e Olinda tem o melhor carnaval do mundo. Peço desculpa à Bahia, RJ e SP, mas não tem pra ninguém não, o daqui é MUITO MELHOR. E olhe que eu já fui pro da Bahia duas vezes, não que eu tenha me arrependido, é só que o daqui, é O CARNAVAL.

Enfim, voltando as histórias do carnaval. Lá estava eu, querendo negar paixões antigas, querendo negar que eu não tinha coração, beijando quem tivesse de beijar, conhecendo quem tivesse de conhecer, porque, é como dizem, se você não achou a certa, que é que custa se divertir com as erradas? Pronto eu tava nessa fase. Hoje pra mim isso nem faz muito sentido, como vocês bem sabem, tenho namorada, e estou muito bem encoleirado. Mas no carnaval não. Eu era que nem a música de Tribalistas “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”.

Engraçado que quando eu tava de ressaca, no dia que eu estava morrendo de dor de cabeça, e inventei de ir pra Olinda, só pra não ficar em casa, eis que apareceu uma garota bem peculiar. Não, eu não me lembro do nome dela, até porque nem lembro como ela era, só lembro de como foi que a gente ficou, devo reconhecer que foi uma das mulheres mais divertidas que fiquei.

Estava eu sentado no meio fio, de uma das ladeiras de Olinda, descansando com uns amigos, quando chega um grupo de meninas (uma delas era ex de um dos meus amigos), elas sentam perto da gente e uma estava com uma pistolinha d’agua, só que por algum motivo aparente estava irritada, pois não tinha água pra atirar no pessoal que passava.

Eu tinha uma cerveja quente, que não ia beber, ela olhou e pediu pra colocar na arminha dela, eu fiz “só se você prometer que não vai atirar em mim”, ela concordou. Até parecia que ela ia cumprir. E ai começou a atirar em mim. Eu me levantei e a abracei, ela tentou se livrar do abraço fechando a cara, mas ai eu não cedi, dizendo “você prometeu”. Confusão vai, confusão vem, eu paro e digo “ô menina, tua bochecha ta suja, deixa eu limpar”, ela disse que não tava. E ai a gente ficou nessa ladainha, eu dizendo que tava, ela dizendo que não. Ai eu resolvi falar “vamo apostar? se tiver, tu me dar um beijo”, só que eu falei brincando, eu ganhei claro, porém ela não fez muxoxo, e disse que não ia beijar, ai eu olhei e disse “ta certo, se tu não tem palavra” e ai ela me beijou.

Vai entender… Não sério, o engraçado é que a gente ficou ficando o resto do dia, em Olinda! Isso é muito raro, e engraçado é que eu não lembro quem era ela, qual era seu nome, nem nunca procurei saber. “Já sei namorar, já sei beijar de lingua, agora só falta me resta sonhar…”

Próximo post, conto outra história de carnaval.


2 Responses to “não existe mal, afinal, era carnaval!”


  1. 9 de novembro de 2009 às 8:23 PM

    Espero que ela não leia esse post… Acho que não vai gostar de saber que tu não lembra nem a cara nem o nome dela. Mas enfim, tudo bem, era carnaval! Hahahaha
    Carnaval igual ao de Recife e Olinda tá pra aparecer ainda (:
    Beijos

  2. 2 @gugadomingos
    11 de novembro de 2009 às 9:56 PM

    Como diz os Los Hermanos: “deixa eu brincar de ser feliz”

    Los Hermanos – Todo carnaval tem seu fim

    Abraços


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