10
set
09

Divagando sobre o amor

casal

Eu sempre me surpreendo com os filmes da parceria: Disney & PIXAR. Sempre me surpreendo, e melhor me emociono. Simplesmente porque eles conseguem fazer novos filmes, com ideias inéditas… E mais importantes eles fazem filmes pras crianças se divertirem e os adultos pensarem. Hoje mesmo eu fui ver “UP – altas aventuras” no cinema, e sai de lá refletindo sobre o filme.

Não vou contar como é o filme, mas posso garantir que é tão bom quanto “Procurando Nemo”, “Carros”, “Toy Story” e os outros filmes dessa parceria. O mais importante foi a mensagem que eles colocaram na minha cabeça e ta pulsando até agora.

O lance de um amor pra vida toda. Como eu já disse antes, eu acho que o amor é algo eterno, que pode existir de várias formas, mas que é imutável, é algo que não pode se tornar só amizade, ou só carinho. Sei que muitos vão discordar disso, vão dizer que conhecem vários exemplos de amores que viraram amizade sem o amor em si, etc e tals. Mas pra mim, das duas umas, ou esses casos não eram amor mesmo, ou um dos dois continua amando, só que abriu mão de estar com a pessoa, justamente pelo amor que tem, e pelo medo de perdê-la.

Amor é algo que nos faz querer mudar, mesmo que pra pior, que nos faz fazer coisas impensáveis, que só de ver um sorriso verdadeiro da pessoa amada, já nos faz feliz, é algo que não tem explicação, não tem comparação, é abstrato… É como o ar, você não pode ver, mas você pode sentir.

Amor é quem dá origem ao ódio, afinal o ódio não pode existir sem amor. Por exemplo, quase toda relação entre irmãos (ãs), é de amor e ódio, eles se odeiam, brigam, xingam, mas no fundo se amam, assim como com os pais (mães), com avôs (ós), e principalmente com namorados (as), esposos (as). O amor é o que move os relacionamentos humanos, e o que diferencia da maioria dos animais, porque criamos laços eternos, laços que apesar de às vezes nos fazerem mal, nós continuamos a cutivar, porque somos viciados no amor, e aprendemos desde pequeno, que é a coisa mais preciosa do mundo. (claro que tem gente que acha que é dinheiro, outros poder, etc e tals, mas a grande maioria, vê no amor o que há de mais precioso no mundo).

Eu mesmo, desde que constui o esqueleto da minha personalidade, acredito que a vida nada mais é que uma grande jornada, uma grande aventura. Uma caçada ao tesouro (o amor). E que durante essa jornada, a gente tem que passar por provações incríveis, que nos tornam mais azedos, mais podres, mais doces, mais maduros… Enfim, é o tal caminho da vida.

Por isso, eu aviso sou tão teimoso, quando digo que se uma relação não deu certo, não era amor. Não que não existisse amor, poderia existir amor de uma das partes, mas não entre as duas, numa reciprocidade equilibrada. Essa é a pior face do amor, porque é algo que consome, que vicia, e que machuca, como qualquer vício, e o pior, ele pode ser só de um lado. Pode ser que você ame uma pessoa, mas ela não te ame, e aí você para sempre terá essa pessoa marcada em você, mas pra ela você não será muita coisa.

Vale lembrar que você pode amar várias pessoas lógico, amigos, pais, irmãos, namorados… Enfim, o coração aguenta tudo.

E eu hoje, acho que encontrei o amor. Sabe, eu não sei explicar direito, mas pra mim é algo incrível, sem precedentes. É um sentimento que vai derretendo meu gelo, que vai me tornando mais doce novamente. É um feitiço, ou uma hipnose. Por isso eu chamo minha namorada de bruxinha, ele me enfeitiçou, só pode… Me encoleirou tão bem, eu uma Raposa, fui domesticado, e o mais engraçado, eu gosto disso!

Pode ser que esteja enganado claro, e que no futuro, eu descubra que o que sinto hoje não era amor… Mas prefiro não pensar nessa possibilidade, afinal eu nunca senti algo assim por ninguém. É uma fraqueza, eu sei que é, mas eu gosto dessa fraqueza.

Por isso, eu digo à vocês, não encontrou o amor ainda? Segue em frente, ele pode ta te esperando na esquina, ou na tua padaria… Pode estar num jogo de futebol do Náutico, ou fila do supermercado… Quem sabe nas ruas do Recife Antigo, ou comendo uma tapioca em Olinda… É tudo relativo… O amor não tira férias, ele só espera acontecer, e como na música dos Los Hermanos “Último Romance”, ele pode acontecer quando você já estiver mais procurando.

UP – Altas Aventuras


5 Responses to “Divagando sobre o amor”


  1. 1 Alice
    10 de setembro de 2009 às 2:16 PM

    Acho que não dá pra fazer da vida uma caça ao tesouro (o amor). Quanto mais a gente procura mais distante (ou confuso) fica, ele acontece quando tem que acontecer e do jeito que tem que acontecer. E aí, meu amigo, não tem pra onde correr… Ele vem pra ficar!

    Amo essa música! =)

  2. 2 Julio Cesar
    10 de setembro de 2009 às 3:06 PM

    concordo com Alice, não acho que voce encontra o amor, ele simplesmente te encontra

  3. 3 Coraline
    10 de setembro de 2009 às 3:10 PM

    tudo depende,
    o amor pode nos encontra,
    ou a gente pode encontrar ele,
    como no ‘ultimo romance’
    o velhinho nem tava procurando mais,
    só que encontrou…
    sei la
    o destino nos guia, essa é a verdade

  4. 4 Rafael Mendes
    10 de setembro de 2009 às 6:31 PM

    paassando pra retribuir a visita huehauhuh
    mudamos bastante coisa la… visite quando der http://blackbrothers.wordpress.com
    beijos

  5. 10 de setembro de 2009 às 11:13 PM

    Então ontem foi o dia recifense das divagações sobre o amor.

    http://tucatucz.wordpress.com/2009/09/10/post-de-meio-de-madrugada/

    Bom demais tá apaixonado, ou “amado”, né cara?

    Seje feliz, filhote!


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